Prof Alberto Bezerra

Afinal, ser advogado ou concurseiro ? VÍDEO

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Já se decidiu? Advogar ou ser concurseiro ?

É com certa frequência que recebo e-mails de colegas advogados, recém formados, e até mesmo de acadêmicos de Direito, estagiários, fazendo-me questionamentos tais quais: “Como ser um bom advogado”, “Como conquistar clientes na advocacia criminal ou trabalhista”, enfim, “Como ser um advogado bem sucedido’, etc 

Diante disso, resolvi gravar esse vídeo. Aqui, faço considerações com o propósito de melhor esclarecer o colega advogado, nomeadamente a superarem as barreiras a serem enfrentadas no início de sua carreira.

Um outro motivo que me levou a gravar este vídeo: “Fazer concurso X Advogar

Comumente, também tenho visto inúmeros colegas enfrentando o conhecido dilema: Devo prestar concurso ou ser um advogado ? É dizer, é mais conveniente levar uma vida de concurseiro ou me arriscar no exercício da advocacia ? 

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Faz sentido o questionamento.

Infelizmente, hoje, os acadêmicos são preparados a enfrentar (e somente isso) o temido Exame de Ordem. Ultrapassado esse obstáculo, o noviço esbarra com a falta de clientes; o despreparo técnico para se defrontar com outros colegas, por vezes mais preparados; a desmotivação, etc

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São inúmeras as dificuldades. Resulta disso, com razão, o questionamento: devo continuar na advocacia ou prestar um concurso para “garantir o meu futuro”? 

E há uma agravante em desfavor do eventual desejo do novo advogado tentar seguir na carreira: diante da fragilidade emocional que o mesmo se encontra, esse, por isso, é facilmente atingido pelo número sem fim de publicidade, apontando como sendo o caminho único do concurso como a saída para todos os males. Pode até ser, mas essa assertiva deve ser vista com cuidado.

É incomum, salvo algumas notícias advindas de imprensa imparcial, que os cursinhos preparatórios destaquem observações com respeito aos frequentes infortúnios que enfrentaram os concurseiros.

Não lhes são ditos, por exemplo, um montante aproximado de gastos financeiros que os mesmos terá por cada vez que se dispuser a fazer concursos (afinal, obviamente que um número aproximado é possível obter, sobretudo pelo universo de alunos que podem prestar essas informações). Não dizem, muito menos, que aquele montante de remuneração, destacado no edital, será reduzido em face da incidência da alíquota do Imposto de Renda, de regra bem elevada. Não se observa, ademais, a grande possibilidade do concurseiro, se aprovado for, ter que residir em uma outra cidade ou Estado, especialmente com o reflexo emocional de morar longe de seus familiares.

Enfim, nesse vídeo procuro fazer observações aos colegas advogados das vantagens de advogar, maiormente enfocando a real possibilidade de existir uma prosperidade profissional, obviamente resultando em bons ganhos financeiros.


 

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